Celesc investe na renovação da frota para ganhar agilidade no atendimento

001

A Celesc está investindo na renovação de sua frota. Após vistoria e entrega da documentação, 37 caminhonetes começam a ser encaminhadas para as 16 Agências Regionais. Elas serão usadas no atendimento comercial e de emergência. Com mais essa ação da Operação Verão, a Empresa conta agora com 995 veículos.

Entre 2011 e 2014, foram investidos R$ 31 milhões na aquisição de 258 veículos e 105 equipamentos como cestos aéreos e guindastes. No mesmo período, foram alienados 500 veículos inservíveis, gerando recursos de R$ 4,3 milhões: “A idade média da frota reduziu 44,2%, caindo de 9,3 anos em 2011 para 5,7 anos no último ano”, aponta o diretor de Gestão Corporativa, André Bazzo.

Segundo Bazzo, a expectativa é manter a evolução apresentada até o momento e equilibrar a idade média da frota das Agências Regionais, corrigindo algumas disparidades: “Vamos continuar substituindo caminhonetes com mais de sete anos de uso, avaliando, inclusive, aquelas que possuem escada giratória. Por meio de complementação orçamentária da Diretoria de Distribuição, vamos incrementar a frota com mais 50 caminhonetes até o final do ano”, informa.

Bazzo afirma ainda que está em andamento a revisão de compra das novas caminhonetes: “Estamos estudando a possibilidade de adquirir dois tipos desse veículo, um mais adequado para áreas rurais e outro para atender áreas urbanas”.

O presidente da Celesc, Cleverson Siewert, destaca que esses investimentos resultam em melhores condições para atuação das equipes nos atendimentos comerciais e emergenciais, entre outros benefícios: “Contribui para redução do tempo de restabelecimento da energia, ajudando na redução de nossos indicadores DEC e FEC, além de aumentar a motivação das nossas equipes. Ao final, quem ganha é o consumidor, que fica menos tempo sem energia porque estamos provendo condições de que os eletricistas cheguem, com segurança e agilidade, ao local da ocorrência”, resume.

Mutirão

O mutirão organizado em novembro passado, reunindo 160 profissionais para realizar melhorias no trecho, em área rural, do alimentador que atende ao município de Alfredo Wagner, foi um bom exemplo da rotina dos eletricistas e de como veículos modernos e adequados são fundamentais nesse trabalho.

A complexidade dessa prática diária, realizada sob sol forte ou chuva, de dia ou de noite, vestindo uniforme completo e EPIs e, muitas vezes, carregando materiais e ferramentas, tem como obstáculo adicional as dificuldades de mobilidade e/ou isolamento da área da ocorrência nos centros urbanos (fotos abaixo). Ou, nos casos como Alfredo Wagner, onde a própria geografia da região, com terreno acidentado e vias muito estreitas, dificultam a passagem dos veículos.

002

Em Alfredo Wagner, o principal trabalho foi trocar 33 cruzetas de estruturas especiais (tipo HT), quase todas em local de difícil acesso e com vãos de aproximadamente 400 metros, em área rural: “A distância e a altura dos vãos, o relevo e o estado das cruzetas tornaram o serviço de alta complexidade”, afirma o chefe da Divisão Técnica da Agência Florianópolis, Adriano Luz, que coordenou o mutirão.

Foram usados veículos grandes como caminhões com guindaste, veículos médios como caminhonetes com escada e furgões, e outros chamados “viaturas leves” para inspeção e acompanhamento do trabalho. “Especialmente em terrenos acidentados, precisamos de veículos muito robustos para cumprir nossa tarefa com agilidade e segurança”, afirma Adriano.

 

Pin It