Agronegócio movimenta R$ 61 bilhões na economia catarinense

Na última quarta-feira, 26, o Governo do Estado iniciou campanha de valorização do agronegócio catarinense. O setor se mantém competitivo em tempos de crise econômica e faz de Santa Catarina referência mundial em qualidade e sanidade dos rebanhos e produtos. Com mais de 700 mil empregos diretos, o agronegócio movimenta mais de R$ 61 bilhões, ou seja, 29% do Produto Interno Bruto (PIB) catarinense.


Foto: Embrapa

Mesmo com apenas 1,12% do território nacional, Santa Catarina se consolida como grande produtor de alimentos e prova que as pequenas propriedades podem gerar renda e desenvolvimento. O estado tem quase 90% das propriedades rurais classificadas como de agricultura familiar e ainda sim é o primeiro produtor nacional de suínos, cebola, alho, ostras, mexilhões e pescados. É o segundo maior produtor de aves, tabaco e arroz e está entre os maiores produtores de mel, banana e leite.

Internacionalmente, Santa Catarina é reconhecida pela excelência sanitária de seus rebanhos. Hoje, é o único estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação e, junto com o Rio Grande do Sul, é zona livre de peste suína clássica, com certificação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Títulos que dão ao estado acesso aos mercados mais competitivos do mundo, como Japão e Estados Unidos, que dão exclusividade para carne suína produzida em Santa Catarina.

Para fomentar a cadeia produtiva em Santa Catarina, o Governo do Estado investe em programas que aumentam a competitividade e a qualidade de vida dos produtores rurais. “Nós reconhecemos a importância de quem produz nosso alimento. Se, hoje, Santa Catarina é referência no setor agropecuário é porque temos produtores dedicados, que trabalham incansavelmente e que buscam sempre melhorar. Os agricultores encontram na secretaria e em suas empresas vinculadas um apoio para que possam investir, inovar e prosperar”, afirma.

O Governo do Estado oferece aos produtores rurais catarinenses programas de fomento, aquisição de terras e regularização fundiária da Secretaria da Agricultura. Além do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa), que indeniza os produtores pelo abate sanitário de animais acometidos por febre aftosa e outras doenças infecto-contagiosas contempladas em programas de controle sanitário do Estado.

A Secretaria da Agricultura atua ainda na defesa sanitária animal e vegetal, pesquisa agropecuária, extensão rural, assistência técnica e comercialização de hortifrutigranjeiros, através de suas empresas vinculadas: Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina (Ceasa/SC).

Ana Ceron

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